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Fundhas

MENTIRAS SÃO ESPALHADAS APÓS CASO DE VIOLÊNCIA NA FUNDHAS

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Está chegando ao conhecimento do Sindicato, que alguns gestores da Fundhas estão insinuando absurdos sobre a Professora que teve Amnésia Global Transitória, após presenciar violenta briga entre duas alunas.

Segundo mensagens de texto e áudio que estamos recebendo, alguns gestores estão dizendo, sem nenhum pudor, que a Professora já havia manifestado pequenos distúrbios de memória. O “diagnóstico” feito pelos gestores contraria o relato da família, da médica, dos amigos e da própria professora.

Tal postura demonstra claramente a falta de competências técnicas dos gestores, que ao invés de dialogarem com as partes envolvidas, afim de solucionar os problemas e evitar novos casos de violência, preferem espalhar mentiras e desqualificar os empregados públicos.

Sindicato questiona: se os gestores supostamente sabiam de eventuais problemas de memória da Profª, que na verdade nunca existiram, porque não tomaram providências? Por que não fizeram exames periódicos com os empregados públicos afim de diagnosticar qualquer problema de saúde? Por que não apresentam um laudo médico ao invés de fazerem fofocas pelos corredores na Instituição?

O Sindicato lamenta essa postura da Fundhas e espera que o modo de tratar os empregados mude urgentemente, com mais diálogo, respeito, bom senso, transparência e eficiência. É pedir demais?

Reforçamos aos empregados públicos da Fundhas a importância de responderem a pesquisa de opinião sobre a Instituição.

LINK >>>> https://goo.gl/forms/4liwUvEfI0ba4zOm1

MAIS UM CASO DE VIOLÊNCIA DENTRO DA FUNDHAS

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fundhas 2017Dois dias depois da briga envolvendo alunas da Fundhas, outro caso de violência assustou professores, crianças e adolescentes na Instituição. Dois jovens da UPEM (Unidade Profissionalizante de Eugênio de Melo/Fundhas), brigaram feio na última sexta-feira (10/11) e um deles portava uma faca.

Após uma discussão, seguida de agressões físicas com chutes, socos, pontapés e arranhões, o adolescente que apanhou, sentindo-se humilhado e envergonhado perante os colegas, entrou sorrateiramente na Padaria Escola, que fica dentro da unidade, e pegou uma faca. O jovem ficou de tocaia com a arma, provavelmente para revidar a agressão, mas um dos educadores observou a situação, durante o momento de interação como monitor de segurança (desvio de função), e conseguiu convencê-lo a entregar a arma. Felizmente, nesse caso, não houve um desfecho trágico, apesar da agressão física.

Para o Sindicato, esse novo ocorrido desmente a atual direção da Fundhas, quando ela afirma se tratar de casos isolados. Não é mais admissível a instituição fechar os olhos para o cenário de violência que tem crescido dentro das unidades. Os Educadores sociais e professores tem adoecido com essa rotina de violência. Além disso, esse quadro de insegurança causa medo, evasão e atrapalha o desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças e adolescentes.

“A Fundhas é uma instituição com a função social de atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, mas não há políticas públicas para atender o cuidador, que também é vítima de violência no seu local de trabalho. Portanto, coexiste dentro da instituição uma dupla vulnerabilidade, onde os atendidos e empregados públicos compartilham de um ambiente hostil e violento”, afirma Profª Rosemary Fátima da Silva, diretora do Sindicato dos Servidores.

“O Sindicato insiste que as lideranças invistam na questão da segurança, como tentativa de sanar essas situações danosas que tem impactado negativamente em todos os personagens que interagem no processo de aprendizagem”, ressalta Rosemary.

Profª da Fundhas entra em choque e perde memória após briga de alunas

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No dia 8 de novembro, na unidade Dom Bosco da Fundhas, Campo dos Alemães, duas adolescentes travaram uma briga violenta dentro da sala de aula, com socos, pontapés, palavras de baixo calão e ameaças recíprocas. As cadeiras foram utilizadas como arma e escudo pelas adolescentes. Houve avarias nos móveis e na porta na sala. O comportamento das adolescentes desestruturou os demais atendidos da unidade e também a professora.

Tânia Aparecida Azevedo, professora que presenciou a briga, ligou desesperada para o 190, uma vez que as lideranças da Fundhas não estavam presentes na unidade. Logo após ligar para a polícia, a Professora entrou em estado de choque. Tânia foi levada ao UPA do bairro e medicada, posteriormente teve que seguir para a UNIMED. Submetida a uma tomografia e medicada, a professora permaneceu em observação por aproximadamente 8 horas. A médica que a atendeu Tânia, a Dra. Kalina Tondato de Paula e Silva, inicialmente diagnosticou como Amnésia Global Transitória, em virtude do estresse acentuado e prescreveu encaminhamento para neurologista e psiquiatra.

Segundo José Carlos Zanelli, especialista em Psicologia Organizacional e Trabalho com pós-doutorado pela Universidade de São Paulo "Os trabalhadores nas organizações da atualidade, em geral em função das demandas e das cobranças, encontram-se submetidos a desgastes físicos e emocionais, cuja consequência maior tem sido o seu adoecimento integral".

Infelizmente, essa situação envolvendo violência entre adolescentes na unidade, não é um caso isolado. Diariamente, os educadores e professores da Fundhas e da rede municipal de ensino, são vítimas de violência psicológica, ameaças e às vezes até violência física. Esses profissionais ”acostumam-se” aos maus tratos, minimizando os conflitos alheios e acumulando seus conflitos internos. No caso da professora Tânia, as situações   de conflitos amenizadas de forma acumulada no dia a dia, foi a gota d’água.

Além dessa denúncia pública, o Sindicato está dando todo suporte à professora Tânia e tomará as medidas cabíveis afim de proteger a empregada e reforçar a necessidade de melhorias urgentes nas condições de trabalho dos profissionais.

Fotos da sala de aula depredada:

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