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Educação

Ano letivo começa com vitória do Sindicato na Educação

5-foto-edu-site EducaçãoA diretoria do SindServ SJC esteve reunida nesta segunda-feira (09/02) com o secretário de Educação Célio Chaves e sua equipe, para tratar de algumas reivindicações do magistério.

Em relação ao um terço de jornada fora da sala de aula, o secretário informou que os P2 irão cumprir duas horas fora da escola. A escolha do local ficará a critério do professor e visa potencializar essas horas, a fim de melhorar a qualidade do ensino.

A jornada do magistério deverá ter as seguintes alterações em relação ao ano passado:

  • P1 ensino fundamental e educação infantil: 40h/a – (26h/a em aula + 6h/a at + 2h/a na UE + 6h/a HTC)
  • P2 e EJA 2: 36h/a - (24h/a em aula + 5h/a at + 1h/a na UE + 6h/a HTC);
  • P2 e EJA 2: 40h/a - (26h/a em aula + 6h/a at + 2h/a na UE + 6h/a HTC);

Obs: as demais jornadas permanecem conforme tabela de 2014.

O sindicato reforçou ainda outras pautas como: a efetivação de concursados, a realização de novos concursos, melhorias nas estruturas das escolas e mais diálogo entre sindicato e SME. Essas reivindicações tiveram respostas positivas do secretário, que se comprometeu a realizar todas elas ainda em 2015, na medida do possível.

Em breve o sindicato fará uma reunião com os professores a fim de reforçarmos a pauta da Educação para a Campanha Salarial 2015.

Fiquem atentos, participem!

Em relação às cozinheiras, o secretário pediu uma reunião com pauta específica, que será realizada em breve.

É SindServ SJC em defesa dos Servidores Municipais!

Cozinheiras são impedidas de vender os dez dias de férias

As cozinheiras da prefeitura de S. José foram surpreendidas por nova determinação da Secretaria de Educação (SME), que as impede de converter 1/3 (um terço) das férias em abono pecuniário.

Já tão penalizadas pelas terceirizações, péssimas condições de trabalho e salários defasados, as cozinheiras sofrem mais esse revés da administração, que cortou o direito de vender dez dias de férias a boa parte desses servidores, sem apresentar justificativa plausível, bem como todos os indeferimentos estão sendo feitos verbalmente, causando prejuízos psicológicos e econômicos a essas trabalhadoras.

A legislação é clara quanto à faculdade que o servidor tem de vender (dez) dias das suas férias:

Art. 69, § 1°. É facultado ao servidor converter 1/3 (um terço) das férias em abono pecuniário, desde que o requeira com, pelo menos, 30 dias de antecedência e que não tenha ultrapassado o limite de faltas a que se refere o inciso I do artigo anterior.

O sindicato enviou ofício e faz diversas reclamações à SME desde de novembro. Após muita insistência, uma reunião foi agendada para a tarde desta quarta-feira 10/12. Esperamos que seja apresentada pelo secretário uma solução sensata e que contemple os direitos das trabalhadoras.

É o SindServ SJC em defesa dos servidores!

Reunião sobre o Plano de Carreira do Magistério

REUNIÃO DA EDUCAÇÃO

O SindServ SJC convida todos os professores (as) da rede municipal de Educação para darmos continuidade às discussões sobre a revisão no Plano de Carreira do Magistério.

Sábado - 06/09/2014 - 9h30

LOCAL: Sede do Sindicato: Rua Áurea, 29 - Centro/SJC

Participe! Sem Luta não há conquista.

Convite-Reunio-EDUCAO-06-Setembro-14 Educação

G1 VANGUARDA: Polícia registra 38 casos de violência em escolas de São José em 2014

violencia-contra-professores Educação

Em quatro deles, as vítimas de agressão física foram os professores. O índice é considerado alto pelo Sindicato dos Servidores e pela polícia.

A Polícia Civil registrou 38 ocorrências de violência no interior de escolas de São José dos Campos neste ano - todos são casos de agressão física, sendo que em quatro deles as vítimas foram os professores. O índice é considerado elevado pelo Sindicato dos Servidores de São José e pela própria polícia.

O levantamento dos dados foi feito pela Delegacia da Infância e Juventude (Diju) de São José dos Campos, a pedido do G1, com base nos boletins de ocorrência registrados entre 1º de janeiro e 7 de abril.

Na última ocorrência, na sexta-feira (4), um professor da rede municipal foi agredido com chutes e vassourada por um estudante do 6º ano. Em fevereiro, um outro caso teve destaque quando um aluno foi detido por agredir um professor de 50 anos que pedia silêncio a um grupo de alunos que faziam barulho no corredor de uma escola da rede estadual.

De acordo com o delegado da Diju, Fábio de Carvalho Joaquim, ocorrências como essas de violência dentro das escolas têm aumentado nos últimos anos."Em relação ao ano passado, estimo que seja um aumento de cerca de 40%. Avalio que 38 casos só neste ano é bastante, percebemos um descontrole que precisa ser visto com atenção por educadores e pais", disse. Segundo ele, a maioria dos casos de violência são registrados na rede estadual.

Medo
Uma professora da escola municipal Pedro de Alcântra, no Dom Pedro 1º, relata dificuldade para lidar com o comportamento dos alunos. “Nesta semana [última semana] vi os alunos no telhado da escola. Depois invadiram a cozinha, roubaram um bolo e fizeram guerra com alimentos. Fiquei horrorizada”, contou. Ela revelou ainda ter medo da situação.
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O diretor do sindicato, Valdemir Pereira, que é professor há 29 anos nas redes municipal e estadual, considera o índice elevado e preocupante. Ele acredita, que o problema esteja relacionado às drogas e à falta de controle que os pais, muitas vezes, têm sobre os filhos.

"São 38 casos, isso contando só os que foram parar na polícia, mas existem outros que são resolvidos na escola. Nesta conta também só entram os casos de agressão física, mas diariamente os professores são submetidos a agressão moral e psicológica, o que também é um problema grave. Além disso, as aulas começaram em fevereiro, estamos falando de 38 ocorrências em dois meses", disse.

O último levantamento do Sindicato dos Servidores de São José com 300 professores da rede municipal mostrou que mais de 70% dos educadores entrevistados apontaram já ter sofrido violência dentro da escola. Na maioria dos casos a agressão é verbal e cometida pelos alunos. A rede tem atualmente 149 escolas, 62 mil alunos e 2.511 professores efetivos.

Outro lado
Sobre os números, a Secretaria de Educação de São José dos Campos informou que possuiu programas para prevenir e combater a violência nas escolas, tais como o Núcleo de Educação para Paz da Justiça Restaurativa, que capacita professores e lideranças para atuarem com os alunos e pais e o programa Escola Segura. A pasta não tem dados estatísticos oficiais sobre a questão.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo informou que sobre o caso do professor agredido pelo aluno de 15 anos em fevereiro foram adotadas providências como o acionamento do responsável pelo estudante e a polícia, para que o caso fosse investigado.

A pasta informou que prestou apoio ao docente e o professor-mediador, profissional capacitado pela rede e que atua na unidade de ensino para identificar vulnerabilidades e traçar estratégias preventivas aos conflitos, intensificou o trabalho já realizado com os demais alunos da escola.

A nota destacou que a Secretaria da Educação considera que o caso contrasta com a rotina da escola, que não registra episódios de violência ou agressão, problemas sociais que precisam de várias frentes para serem combatidos, incluindo a participação dos pais, comunidade e sindicato.

Sobre o índice de ocorrências envolvendo escolas de São José, de maneira geral, a Secretaria da Educação preferiu não comentar.

FONTE: http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2014/04/policia-registra-38-casos-de-violencia-em-escolas-de-sao-jose-em-2014.html

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