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Novidade! Pousada dos Servidores no Litoral

praia do indaia

A Pousada do Servidores Municipais em Caraguatatuba é o grande presente que o SindServ está trazendo para a categoria nesse final de 2017. A hospedagem fica próxima à praia do Indaiá e conta com apartamentos para 4 e 5 pessoas, equipados com TV, geladeira, forno micro-ondas, vaga no estacionamento e toda estrutura necessária para receber você e sua família.

As solicitações de reservas já podem ser feitas por telefone 3941-3569 ou 3941-2615.

POUSADA SINDSERV
Rua Falcão, 72 – Bairro das Gaivotas - Caraguatatuba-SP

  • Acomodação para 4 ou 5 pessoas
  • Geladeira - TV - Micro-ondas - Ventilador de Teto
  • Vaga para um veículo por quitinete;
  • Churrasqueira.

- Quitinete com beliche e cama de casal - 4 pessoas
- Quitinete com triliche e cama de casal - 5 pessoas

Fotos: https://photos.app.goo.gl/M1uH1vLxFb3V7zGs2

Diária (Exceto Feriados)
Mês de Dezembro - 12/12/2017 a 21/12/2017 (Disponível)
Valor: R$ 120,00/Diária (Quitinete para 4 pessoas)
Valor: R$ 150,00/Diária (Quitinete para 5 pessoas)

Pacote para o Natal
Entrada: 21/12/2017 após as 18h
Saída: 26/12/2017 até às 12h
Valor: R$ 750,00 (Quitinete para 4 pessoas)
Valor: R$ 940,00 (Quitinete para 5 pessoas)

Pacote para o Ano Novo
Entrada: 28/12/2017 após as 18h
Saída: 02/01/2018 até às 12h
Valor: R$ 750,00 (Quitinete para 4 pessoas)
Valor: R$ 940,00 (Quitinete para 5 pessoas)

Corra e garanta sua vaga!

SindServ-SJC, Servidores em 1º Lugar!

Protesto na Câmara contra o “Escola sem Partido” em SJC

CONTRA O ESP SJC 7DEZ
Nesta quinta-feira (7) às 18h Câmara Municipal deve votar o Escola Sem Partido em São José dos Campos. A presença de TODOS no dia é fundamental para mostrarmos o repúdio popular e barrarmos o projeto.

Se for aprovada, a lei da mordaça irá punir professores (as) e estudantes joseense. A punição pode ser desde afastamentos até demissões, além da censura aos estudantes.  A lei irá também agravar ainda mais a violência machista contra as mulheres e contra a população LGBTQ.

Por isso, chegou a hora de irmos até a câmara defender os nossos direitos!

Link do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/132015767427070/

Professores assinam representação contra 'Escola Sem Partido' em SJC
Vídeo: https://youtu.be/QOh_pMSJtbw
 
Zorra Total - Escola sem Partido

Escola sem partido na prática
Vídeo: https://youtu.be/qzokoJxalEQ

Gregorio Duvivier sobre o projeto "escola sem partido"
Vídeo: https://youtu.be/ESDxj6XjmwU

Meon: Professores assinam representação contra 'Escola Sem Partido'
Matéria: http://bit.ly/2jlb3En

POR UMA ESCOLA SEM MORDAÇA

A educação pública em São José dos Campos corre perigo. Isso porque o vereador Lino Bispo (PR) fez um projeto que pretende inserir o “Programa Escola Sem Partido” na Rede Municipal de Ensino.

O nome do projeto pode nos confundir, afinal ninguém é a favor de uma escola “com” partido. Sendo assim, é natural que alguns se deixem enganar pelo nome do programa. Mas na prática, esse projeto significa a imposição de uma verdadeira lei da mordaça, que impede o livre debate de ideias em sala de aula e o desenvolvimento do pensamento crítico.

Se for aprovada, a lei da mordaça irá punir professores (as) e estudantes joseenses que tiverem uma visão crítica de mundo. A punição pode ser desde afastamentos até demissões, além da censura aos estudantes. O que os defensores desse projeto querem, na verdade, é impor uma escola de pensamento único e sem diversidade.

Para justificar a implantação deste programa, o vereador afirma, de forma leviana e sem apresentar dados concretos, que professores deste município praticam a chamada “doutrinação ideológica” e que o ensino precisaria ser “neutro”. No entanto, parece-nos que essa argumentação é defendida por pessoas que estão distantes da realidade das escolas, pois sabemos que numa sala de aula existem diferentes valores de diferentes famílias e ideologias. O papel do educador é, portanto, garantir que todas as visões de mundo, valores e posições ideológicas possam ser ouvidas e discutidas.

O Projeto original foi apresentado ao Congresso Nacional pelo senador Magno Malta (PR) e tem como apoiadores Jair Bolsonaro (PP) e Marcos Feliciano (PSC),  conhecidos por mandatos corruptos , por suas posturas autoritárias, machistas, racistas, LGBTfóbicas e de total ignorância da realidade educacional.

Como se já não bastasse os sucessivos ataques sofridos pela educação pública, com os cortes de investimentos, sucateamento, superlotação e fechamento de salas de aula, arrocho salarial, assédio moral e doenças ocasionadas por excesso de trabalho, agora querem acabar com o que resta da autonomia dos profissionais de educação e estudantes nas escolas.

O projeto já foi considerado inconstitucional pela Comissão de Constituição e Justiça da própria Câmara Municipal e pelo Ministério Público Federal por ferir a Constituição Federal.

Sendo assim, consideramos, pelos motivos expostos, desrespeitosa a atitude do vereador Lino Bispo (PR), bem como de seus apoiadores, ao apresentar a Lei da Mordaça em São José dos Campos e pedimos a colaboração da comunidade, pais, alunos, servidores municipais e de todos os cidadãos, para juntos exigirmos o imediato arquivamento do projeto na Câmara Municipal de São José dos Campos.

 “Os educadores não aceitam a mordaça”

“Escola sem pensamento crítico não é escola”

“Toda opinião é política, inclusive a Escola Sem Partido”

8 MOTIVOS PARA SER CONTRA O “PROGRAMA ESCOLA SEM PARTIDO”:

1. O nome do Programa é uma armadilha

Ninguém é a favor de uma escola “com” partido. Sendo assim, é natural que aqueles que não se dedicam um pouco a estudar o Projeto tendam a cair no senso comum e achá-lo bom. Mas o que está por trás não é o combate ao proselitismo político-partidário na sala de aula, mas o combate ao desenvolvimento do pensamento crítico, elemento fundamental para a formação da autonomia e da capacidade de argumentação do estudante. Para o Programa Escola Sem Partido, professor não é educador e formar cidadãos críticos não seria parte de suas atribuições, mas sim uma estratégia de “doutrinação ideológica”, o que nos leva ao segundo motivo.

2. A escola não é um ambiente “neutro”

Ideologia é um conjunto de ideias pertencentes a um indivíduo ou a um grupo. Sendo assim, é inconcebível um ensino vazio de ideologia, pois o que temos nos espaços escolares é uma enorme diversidade de ideologias, presentes nas disciplinas, nas reflexões dos docentes e nos conhecimentos prévios dos alunos e alunas. E o aprendizado também se efetiva nessa pluralidade de experiências e ideias. Por isso uma escola livre de ideologias é algo impossível.

3. O Programa Escola Sem Partido tem partido

Embora defina-se como um movimento “apartidário”, o Programa Escola Sem Partido está vinculado a partidos políticos e movimentos sociais específicos. O Movimento Brasil Livre (MBL) e o Revoltados Online, movimentos que são a favor do presidente interino Temer, são defensores incondicionais do Escola Sem Partido. O ator Alexandre Frota foi recebido recentemente pelo Ministro Interino da Educação José Bezerra Mendonça Filho, ocasião em que pôde apresentar pessoalmente o projeto da Escola Sem Partido, além de outras propostas para a educação do país. Além disso, segundo levantamento da Revista Nova Escola, a iniciativa de apresentar o Projeto em câmaras de vereadores, assembleias legislativas e para o Congresso parte, quase que unanimamente, de partidos de centro e de direita. Ainda segundo a Nova Escola, há também uma forte vinculação religiosa ao projeto: 11 dos 19 proponentes estão ligados a igrejas. O PSC lidera as iniciativas. Sendo assim, fica claro que o próprio Escola Sem Partido é que é doutrinário, na medida em que seu verdadeiro objetivo é o de silenciar “algumas” ideologias e acabar com a diversidade nas escolas.

4. O Escola Sem Partido detesta Paulo Freire

Paulo Freire é um dos pensadores brasileiros mais influentes no mundo. Segundo reportagem do G1, “Pedagogia do Oprimido” é o único livro brasileiro a figurar na lista dos cem mais pedidos em todas as universidades de língua inglesa do mundo. Além disso, de acordo com o Google Scholar, Paulo Freire é o terceiro pensador mais citado em trabalhos acadêmicos das ciências humanas no mundo. Sua influência na pedagogia mundial é valorizada por sua pedagogia crítica, com o propósito de fazer com que o aluno “leia o mundo” e transforme-o. Mas para o Escola Sem Partido, Paulo Freire é seu maior inimigo. A partir de uma leitura distorcida de sua obra, afirmam que suas ideias tratam-se de “doutrinação marxista”, ignorando que Freire, em diversos momentos, se posicionou contra o proselitismo na educação. A Escola Sem Partido entende que não é papel do professor discutir os conteúdos escolares inserindo-os na realidade em que o aluno vive, mas apenas transmiti-lo, conceito que Paulo Freire denominou “educação bancária”. O Escola Sem Partido evidencia-se, assim, contra uma educação emancipadora.

5. O Escola Sem Partido coloca os professores e professoras como inimigos do seus alunos e alunas

Para o Escola Sem Partido, o aluno é uma espécie de refém de seus professores. Seu site oficial está cheio de mensagens como “Defenda seu filho”, “Por uma lei contra o abuso de ensinar”, “Flagrando o doutrinador”, “Planeje sua denúncia”, entre outras. São orientações às famílias dos alunos para moverem denúncias contra os professores e até mesmo ações judiciais. O site traz modelos de documentos que podem ser utilizados em tais denúncias. Além disso, orienta os alunos a gravarem/filmarem seus professores para que isso seja utilizado contra os educadores quando for conveniente.

6. Para o Escola Sem Partido, professores são usurpadores e não ensinam conteúdo que presta

Em seu site oficial, o Escola Sem Partido revela, em artigo assinado por Rodrigo Constantino, ex-colunista da Revista Veja, o que pensa sobre o trabalho que os professores fazem atualmente: “Em vez de os professores ensinarem conteúdo que presta, matérias relevantes da forma mais objetiva possível, eles vestem seus bonés de militantes políticos e saem por aí tentando conquistar jovens adeptos. É pura lavagem cerebral, e faz com que um exército de soldados troque o conhecimento objetivo pela repetição de slogans idiotas”. Em seu projeto, o vereador Lino Bispo afirma que os professores promovem a “prática da doutrinação política e ideológica em sala de aula e a usurpação do direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”.

7. O Escola Sem Partido é inconstitucional e quer acabar com a liberdade de cátedra e o livre pensamento

Acreditamos e defendemos a liberdade de pensamento, valores e culturas e que elas possam ser compartilhadas de maneira respeitosa e enriquecedora no espaço escolar. No entanto, na contramão do nosso posicionamento, o Escola Sem Partido preconiza um ensino cujos valores estejam de acordo unicamente com os valores das famílias dos alunos. Tal objetivo já se torna impossível dada a diversidade cultural existente em uma comunidade escolar. Além disso, essa ideia fere o princípio da liberdade de pensamento na medida em que os pais passam a controlar o que o professor pode ou não falar na sala de aula. Por exemplo: um professor de ciências não poderá ensinar o evolucionismo para um aluno cuja família seja evangélica e acredite no criacionismo. Caso isso aconteça, o professor corre o risco de ter que se explicar judicialmente.

8. Os professores da Rede Municipal de Ensino de São José dos Campos reforçam seu comprometimento com uma educação democrática e inclusiva

A atuação dos profissionais da educação municipal busca o respeito pela diversidade, a inclusão e a gestão democrática. Os portões das escolas estão abertos para a comunidade. Os professores esforçam-se e oferecem seu melhor para que os alunos se tornem cidadãos comprometidos com os valores democráticos idealizados pela sociedade. As democracias modernas que desenvolveram sistemas educacionais de sucesso não o fizeram sem a plena valorização e autonomia do professor. Sendo assim, consideramos, pelos motivos expostos, desrespeitosa a atitude do vereador Lino Bispo, bem como de seus apoiadores, ao apresentar o Projeto Escola Sem Partido, visando apequenar a importância do professor na sociedade.

Frente Escola Sem Mordaça

Criminosos roubam armas e coletes à prova de balas da Guarda Civil em São José

Sobre os dois Guardas Civis Municiais que foram rendidos por bandidos na madrugada de hoje (5) no Parque Alberto Simões em SJC, o SindServ-SJC informa que os guardas trabalham no local sem as mínimas condições de segurança, mesmo após insistentes e constantes reclamações do Sindicato. O ambiente tem sérios problemas de iluminação e os guardas ficam em uma espécie de box comercial, sem nenhuma condição de prover segurança.

Os principais problemas da GCM são antigos e nenhum governo fez muito para amenizá-los Falta efetivo, falta treinamento adequado e faltam equipamentos. No sentido de diminuir esses problemas, a prefeitura prometeu, no início do ano, tomar algumas medidas, mas o ritmo das ações é muito lento. Hoje a GCM é alvo fácil de bandidos, uma vez que não recebem as condições de trabalho suficientes nem para manter sua própria segurança, quanto mais a do local.

O Sindicato vai cobrar que a prefeitura apoie os GCMs que foram alvo do roubo, afinal os servidores são vítimas, colocam suas vidas em risco e muitas vezes ainda são punidos pelo poder público. Isso não pode acontecer!

Hoje há cerca de 300 servidores na GCM, mas é necessário pelo menos 1.000 homens para realizar a patrulha de uma cidade como São José. A necessidade de concurso público é urgente.

GCM assassinado:

Em setembro de 2016, um Guarda Civil Municipal foi morto a tiros no Parque da Cidade, zona norte de São José dos Campos, por volta das 4h da madrugada. Na ocasião, a categoria junto com o Sindicato fez uma série de protestos. A polícia investiga uma possível relação do assalto de 2017 com esse caso de 2016.

Sindicato contra a Reforma da Previdência

dia 5dez

O SindServ-SJC esteve presente no ato contra a Reforma da Previdência nesta terça (5). As mobilizações em SJC foram conduzidas pelo Fórum de Lutas do Vale do Paraíba, que reúne sindicatos e movimentos sociais.

Se a Reforma da Previdência for aprovada, cada município terá que fazer sua própria adequação na previdência ou transferir todos os servidores para o INSS. Não podemos permitir que essa catástrofe aconteça!

Fotos do ato: https://photos.app.goo.gl/Eg8NrOnWHLmAcGUM2

SindServ-SJC, Servidores em 1º lugar!

Ato em defesa do gênero nas escolas de SJC - 30/11, às 18h, na Câmara Municipal

No dia 30 de novembro, a Câmara Municipal de São José dos Campos pode aprovar o projeto de lei 437/2017, de autoria do vereador Valdir Alvarenga (partido Solidariedade), que quer proibir o ensinamento e o debate da “teoria ou ideologia de gênero” nas escolas públicas e particulares do município.

Além disso, há outro projeto de lei 361/2017, de autoria do vereador Lino Bispo (PR) intitulado Escola sem Partido.

A aprovação dessas leis irão agravar ainda mais a violência machista contra as mulheres e contra a população LGBTQ. Em todas as escolas de nossa cidade, há diversos casos de machismo e violência por conta do preconceito. Infelizmente, não existe políticas públicas específicas de combate a essa situação por parte da prefeitura.

Por isso, chegou a hora de irmos até a câmara defender os nossos direitos! Não podemos deixar essas leis serem aprovadas em nossa cidade!

LINK DO EVENTO:
https://www.facebook.com/events/132015767427070/

“Ideologia de Gênero” nas escolas joseenses?

Tramita na Câmara Municipal de São José dos Campos o projeto de lei número 437/17, de autoria do vereador Valdir Alvarenga (SD), que visa coibir as discussões sobre gênero nas escolas municipais, às quais o vereador chama de “ideologia de gênero” (um termo inventado para tratar a questão de forma pejorativa).

Em tom de terrorismo, o vereador justifica o projeto alegando que as discussões sobre gênero “invertem valores morais, éticos e religiosos e destroem a sociedade”. Além de apresentar argumentos pífios, deixando evidente seu desconhecimento sobre o tema Gênero, o vereador age de má fé, citando dados cuja existência desconhecemos.

Somos uma sociedade plural em ideias, valores e identidades e precisamos que todas e todos sejam contemplados em seus direitos básicos, acima de qualquer diferença. Sendo assim, as discussões sobre gênero visam estimular o debate e a compreensão do outro, de forma a colaborar com a justiça social e com a consolidação do direito à cidadania para todas e todos.

Seria irresponsável uma educação que não promove o respeito à diversidade de pensamento e tenta impor uma moral religiosa sobre as escolas. Assim como é inaceitável qualquer tentativa de censura sobre docentes e discentes.

Combater a violência contra as mulheres e a população LGBT não é doutrinação. Muito menos educar para o respeito às diversas identidades e sexualidades existentes. As discussões sobre gênero incorporam estes e tantos outros temas que são urgentes em nossa sociedade e, ao fazer isso, a escola está apenas cumprindo com seu papel de educar para a cidadania.

Diante destes fatos, chamamos todas e todos para um ato de repúdio a este retrógrado projeto, no próximo dia 30 de novembro, a partir das 18h, na Câmara Municipal de SJC.

Confirme sua participação no evento, compartilhe e convide seus amigos.
Vamos juntos dizer não para a censura nas escolas joseenses!
https://www.facebook.com/events/132015767427070/

VALOR DAS HORAS EXTRAS ESTÁ ERRADO!

18 Hora extra
As horas extras dos servidores públicos estão sendo pagas de forma errada. Há verbas que devem ser consideradas na base de cálculo das horas extras, porém a prefeitura não esta calculando corretamente e vem pagando um valor menor aos servidores.

O servidor pode pleitear as diferenças das horas extras dos últimos 5 anos. Já foram constatados erros nos holerites de técnicos de raios-X, guardas civis municipais e enfermeiros, mas estima-se que os erros estejam ocorrendo em todo o funcionalismo público.

Para ações judiciais, é necessário que o servidor solicite no Paço Municipal a ficha financeira e o espelho de ponto dos últimos 5 anos e leve os documentos ao Sindicado.

Agende um horário no Depto. Jurídico: 3941-3569/3941-2615.

Facebook SindServ-SJC

Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de São José dos Campos
Rua Áurea, nº 29 – Centro/SJC - CEP: 12209-600 - Telefone: (12) 3941-3569 - Fax: 3941-2615 - E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.