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Sindicato dos Servidores participa de Audiência Pública com Maria da Penha
Por: Sindserv

Foto: Michele Barros  
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A noite da última quarta-feira, dia 26 de setembro, ficará marcada em São José dos Campos pela Audiência Pública sobre a violência contra as mulheres, que contou com a presença de Maria da Penha, a biofarmacêutica que lutou durante vinte anos para ver seu agressor condenado e cujo nome foi dado à Lei que garante direitos às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

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Mais de mil pessoas lotaram o Plenário Mário Shols, da Câmara Municipal, para assistirem a Audiência que foi idealizada pelo mandato da vereadora Amélia Naomi (PT) e também contou com a participação do deputado estadual, Carlinhos de Almeida (PT).

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O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais esteve presente no evento para, junto com o coletivo de mulheres e toda a população joseense, exigir do prefeito Eduardo Cury a construção da Casa Abrigo e a realização de políticas públicas que garantam o cumprimento da Lei Maria da Penha e os direitos das mulheres vítimas de violência na cidade.

Foto: Michele Barros  
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"A luta contra a violência contra as mulheres é de responsabilidade de todos nós. A mulher é assediada no trabalho, na família e na sociedade. Precisamos dar um basta nisto! A Audiência Pública, que contou a presença de Maria da Penha e foi organizada pelo mandato da vereadora Amélia Naomi, com muito sucesso, é um grande exemplo que as mulheres de luta dão à São José dos Campos e à toda região do Vale do Paraíba. Parabéns aos mais de mil participantes deste evento! Com tanta mobilização e empenho, é impossível que o prefeito Eduardo Cury não atenda às demandas sociais deste seguimento, ressalta Elizabeth Carlos da Motta, diretora do Sindicato.

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Além de Maria da Penha, a mesa da Audiência foi composta por Maria Amélia de Almeida Telles, fundadora da União de Mulheres de São Paulo, Deise Leopoldi, co-autora do livro “Do Silêncio ao Grito - Contra a Impunidade - O Caso Márcia Leopoldi”, que conta a história de sua irmã, uma jovem assassinada aos 24 anos pelo ex-namorado, além de autoridades legais do Estado e do Município.

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